Mean Deviation: 7. A Constant Motion

 

“Nós amávamos música progressiva e complexa — Rush, Yes, Dixie Dregs, Frank Zappa — e também amávamos música pesada: Iron Maiden, Black Sabbath, Metallica, Queensrÿche. Para nós, não era uma fórmula científica mágica que mudaria o mundo, eram apenas três universitários tocando pela diversão de tocar. Tentando preencher um vazio para nós mesmos como fãs para criar o tipo de música que gostaríamos de ouvir.”

—Mike Portnoy, Dream Theater

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Mean Deviation: 6. Killed by Tech

 

“‘Tech metal’ foi um termo que cunhamos em nossos flyers sem sentir que seria algum tipo de gênero. Mas tínhamos que chamá-lo de algo. Sabíamos que era diferente e não queríamos que as pessoas pensassem que estavam vindo apenas para ver uma banda de rock and roll. Então éramos ‘The Harvesters of Technical Thrash Metal: Watchtower!’”

—Jason McMaster, Watchtower

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Mean Deviation: 5. Passing the Threshold

 

“Eu vi Queensrÿche e Fates Warning tocarem juntos em 1986. Eu fui atraído pelo Queensrÿche porque eles combinavam o metal do Judas Priest com a teatralidade do Pink Floyd. E a maneira como o Fates Warning estava fazendo um Iron-Maiden-encontra-Rush — essas eram todas as minhas favoritas na época, e essas bandas tiveram um impacto imediato em mim.”

—Mike Portnoy, Dream Theater

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Mean Deviation: 4. Open Mind for a Different View

“Eu escuto o que está por aí, mas não pensaria em sair e comprar um álbum do Bon Jovi ou do Mötley Crüe e colocá-lo no meu toca-discos. Essas coisas não me empolgam. Se eu vou gastar tempo ouvindo música, vai ser algo muito selvagem como Paganini, um violinista clássico do século XVIII. Esse tipo de coisa faz sua cabeça girar e seu sangue ferver mais rápido do que qualquer metal que eu poderia ouvir.”

—Dave Mustaine, Megadeth

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Mean Deviation: 1. Invention/Reinvention 

 

29 de outubro de 1969, Goddard College, Plainfield, Vermont: “Primeiro show do King Crimson nos EUA, para um público com uma alta proporção viajando e esperando uma banda de soul feliz. Começamos com ‘21st Century Schizoid Man’. O público nunca se recuperou do primeiro choque, sua condição era delicada de qualquer maneira. Tive a impressão de que a multidão estava sendo esmagada.”

—Robert Fripp, King Crimson

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Mean Deviation: Prefácio e Prólogo

 

Iniciamos aqui um projeto ambicioso, que é a divulgação do livro de Jeff Wagner lançado em 2010, no que pode ser considerado a bíblia do metal progressivo, devido a sua grande abrangência. Para este primeira postagem, temos o prefácio de Steven Wilson da banda Porcupine Tree, bem como um prólogo. Boa leitura!

“Sem desvio da norma, o progresso não é possível.”
— Frank Zappa

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Dream Theater – The Number Of The Beast (2005)

The Number of the Beast é o oitavo lançamento de uma sequencia de bootlegs lançados pelo Dream Theater nos anos 2000 sob os cuidados do baterista Mike Portnoy, e lançados pelo selo Ytse Jam Records, a gravadora que criaram para essa finalidade.

Neste disco temos a banda tocando na íntegra este álbum clássico do Iron Maiden, lançado em 1982, e marcado até hoje por hinos tocados nos shows da Donzela de Ferro, como Run to the Hills, Hallowed be thy Name, e a faixa título. A banda está afiadíssima neste registro gravado em París no ano de 2002, e o destaque fica para uma versão semi-acústica de Gangland, a faixa 7.

Abaixo temos a playlist disponível no Youtube desse bootleg em sua versão de relançamento, incluso na série Lost Not Forgotten, iniciada em 2021. A sequência de músicas é exatamente a mesma, apenas com uma capa atualizada. Aperte o play e boa audição/leitura!

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Dream Theater – Images And Words Demos 1989-1991 (2005)

Images And Words Demos 1989-1991 é o sétimo lançamento de uma sequencia de bootlegs lançados pelo Dream Theater nos anos 2000, sob os cuidados do baterista Mike Portnoy e lançados pelo selo Ytse Jam Records, a gravadora que criaram para essa finalidade.

Na primeira matéria traremos esse álbum clássico, que abriu as portas da banda para o mundo, e trouxe o primeiro (e único) hit radiofônico, Pull me Under. Cabe a Mike Portnoy assinar por todos textos dos encartes, onde ele explica os detalhes do processo de composição e gravação dessas demos, e sua saga pela busca do vocalista ideal, já que haviam dispensado Charlie Dominici, que cantou no primeiro álbum, When Dream And Day Unite, de 1989.

Abaixo temos a playlist disponível no Youtube desse bootleg em sua versão de relançamento, incluso na série Lost Not Forgotten, iniciada em 2021. A sequência de músicas é exatamente a mesma, apenas com uma capa atualizada. Aperte o play e boa audição/leitura!

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